Frase do dia
"O que o mundo precisa é de mais gênios humildes. Sobraram tão poucos de nós!" - Oscar Levant (1906-1972)
Escrito por Mau Svartman às 18h01
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Million dollar idea do dia
http://www.milliondollarhomepage.com/ -
Esse cara
criou uma página com 1 milhão de pixels e vendeu cada um a um dólar, com o
pretexto de pagar a faculdade. Depois que ganhou o milhão, óbvio, trancou a
facul. O último lote de mil pixels está em um leilão da net, com oferta de 140
mil dólares já.
Escrito por Mau Svartman às 16h18
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Boa ação?
A gente sabe que alguma coisa está errada no mundo quando "uma conhecida
empresa da Nova Zelândia anuncia o envio de 42 toneladas de comida de cachorro
para alimentar as crianças com fome no Quênia". De acordo com a dona da
Might Mix, a comida "é muito nutriente, tem um sabor agradável e que ela mesma
come esses biscoitos todas as manhãs".
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u92145.shtml
Escrito por Mau Svartman às 16h11
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Anote isso:
O Brasil não ganha a Copa do Mundo. Acho que nem chega na final. Em 2002, a arbitragem mostrou como pode ser influente ao levar a anfitriã Coréia do Sul às semifinais. Este ano, ninguém vai deixar o Brasil ser hexa. Ainda mais na Europa. Aposto em uma final européia, com presença certa da Alemanha. Talvez contra a Inglaterra, para editar a decisão de 40 anos atrás, dessa vez em solo germânico.
(Se o Brasil for campeão, prometo que deixo de acreditar em conspirações)
Escrito por Mau Svartman às 15h32
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Painel virtual
A maior página do mundo: http://worm.bluesfear.com/index2.html
Escrito por Mau Svartman às 13h37
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Isso é TÃO legal!
http://www.doubleedgefilms.com/spin/player.html
Escrito por Mau Svartman às 13h22
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Anote isso:
Passou o auge do Orkut. Segue a decadência.
Escrito por Mau Svartman às 16h33
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Da série "Diálogos que eu gostaria de ver em um filme"
(Cena: duas mulheres - poderiam ser dois caras -, na faixa dos trinta, se encontram em um parque) - Nossa, há quanto tempo! - Olha só quem eu encontro, tudo bem? - Tudo ótimo, melhor impossível! - (Analisa a amiga por um instante) Nossa, qual o motivo de tanta alegria? - Ah, você sabe... - Homem, né? - (Abre um sorriso)... - Quem? Me conta. - Ele é lindo... Quarentão, grisalho, tudo em cima... - Nossa, parece tudo! Onde você encontrou ele? - Aqui mesmo no Ibirapuera, faz mais ou menos um mês. Ele chegou com um amigo, tavam malhando - ele corre todos os dias - e parou para tomar uma água de coco, na mesma barraquinha que eu. Papo vai papo vem, combinamos de sair, e rolou. - E como foi? - Tá sendo. Maravilhoso. Um sonho. Ele é tããão experiente... - (Dá um sorriso, ao qual se segue uns dez segundos de silêncio) O que ele faz? - Tem uma empresa de alguma coisa com aeronáutica, não sei ao certo. - Parece bem de vida. - Muito! Menina, ele me leva pra jantar de Porsche! Pra jantar e pra... (Faz um gesto sexual) (As duas riem) - Na casa dele? - Não, ele conhece cada motel! - Mas você já conhece a casa dele né? - (Hesita) Então... (Silencia) - Então...? - Ele é casado. - Ai, menina... - Eu sei, eu sei o que você vai falar, mas nem adianta entrarmos nesse assunto. - (Olha com um ar de quem espera justificativa) - É bem diferente desses casos que a gente vê de mulher solteira com homem comprometido por aí. - No quê? No que é diferente? - A gente tá completamente apaixonado. Sem brincadeira (Reforça, após o olhar incrédulo da amiga). Não estamos nos desgrudando, a gente se fala por messenger o dia inteiro. Não pode se ver que é uma pegação só. Tá foda. - Mas... Ele já fala em largar a mulher, ou algo do gênero? - Ah, já tocamos no assunto. Mas não dá para ser assim, do nada né? Tem de ter uma preparação por parte dele, e tudo. - Quem tocou no assunto, você ou ele? - Eu, mas acho que ele já pensava nisso também. - E quem disse que tem de ter preparação, ele? - (Assume um semblante impaciente) Foi, por quê? - Ai, amiga... - Fala... - Olha, eu não duvido que ele te ame mais que à mulher dele, ou que pelo menos esteja apaixonado por você, viu? - Ahn... - Mas eu também não duvido... Aliás, posso apostar que você não é a primeira escapada dele. - (tenta mostrar um ar blasé) - E, sendo assim, o cara pode ser chamado de infiel. Não concorda? - Fala logo o que você está pensando. - (Desanda a falar alto, impaciente) Minha querida, o que você está pensando? Que ele vai largar a mulher para ficar com você? Quantas vezes você já viu isso acontecer? E, o que é mais importante, e se ele realmente largar? Aí você vai ficar com um cara que você sabe que é infiel. Que tem tendências de infidelidade pelo menos! E como você vai confiar nele? Vai viver achando que ele está fazendo com você o mesmo que fez com a ex. Vai começar ficar desconfiada quando ele chegar tarde, espionar nas coisas dele... Isso não tem a menor perspectiva de um final saudável. Pronto, falei. (E abaixa o olhar para o chão) (Passa-se um minuto de silêncio) - (Fala com uma voz macia, conformada) Então o que você recomenda? - Você conhece a mulher dele? - Não. - Já sentiu remorso por estar, de alguma forma, prejudicando ela? - Hum... Na verdade, não. - Ora, então aproveita, menina. Se o cara é mesmo bom de cama, vai fundo, que tá tão difícil de encontrar um desses hoje em dia... - (Dá uma risada desbragada e abraça a amiga, falando por sobre o ombro dela) Ai, amiga, te amo! - Goza bastante por mim! (E se despedem)
Escrito por Mau Svartman às 19h09
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Peter Pan
A pior coisa de crescer é ver a felicidade das pessoas atrelada à remuneração financeira. Era tão legal ser feliz somente por ter amigos, sem se preocupar com nada mais.
Escrito por Mau Svartman às 00h26
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Os melhores videozinhos do Sedentário e Hiperativo, o blog mais divertido do Brasil
Superprodução Torre de Pisa Propaganda de ótica Que sacanagem! Faça com o seu cachorro Locução perfeita (é só áudio) Propaganda da Sony com 250 mil bolinhas Gooool Mula Barbeiragem X-BOX Drama feminino Drama materno Esse não é engraçado
De esportes: Skate Um golaço... no hockey! Na trave!! Gaúcho no treino Deus do skate Por dois centímetros Não comemore antes da hora
Escrito por Mau Svartman às 17h12
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Mil coisas
O maior efeito colateral da internet é a impaciência. Ninguém agüenta mais ler duas páginas de texto. Jornais e revistas impressos são lidos por internautas como se tivessem barra de rolagem, xizinho no alto da página e mouse para clicar nos links de assuntos interessantes. Página com informações sobre um só assunto não interessam. Assuntos picados são bem vindos.
Livros? Correm o risco de serem artigo em extinção para a geração que nasce. Isso já foi muito discutido pelos teóricos da comunicação de massa, que concluíram que o livro é intocável. Espero que estejam certos. Adoro livros, apesar de ser um adepto incondicional da internet. Suas possibilidades são infinitas e não se pode mais imaginar o mundo sem ela.
Eu cheguei a fazer trabalho de colégio somente na biblioteca. Até 1996 era assim. Até meus nove anos, em 1991, datilografava os trabalhos da escola na máquina de escrever. Até a privatização das teles, a linha telefônica era caríssima, acessível para poucos. Hoje, o celular, que surgiu no Brasil há uns dez anos, é tão adquirível como uma TV. Isso não assusta? Se isso não for uma revolução tecnológica, não sei o que é. A internet vai ser considerada o centro da terceira revolução industrial?
E o Google? Como viver sem esse magnífico mecanismo de busca? Mas busca de quê? De informações não lá muito confiáveis? E o email, que virou do avesso a comunicação mundial, em um nível que só o telefone conseguira antes? Hoje já se sabe que a intensa troca de emails prejudica o Q.I. As pessoas pararam de ler informações que atravessaram gerações (aquelas contidas nos periclitantes livros) e passaram a trocar informações recém-deduzidas com outros difusores do mesmo tipo de informação.
Enfim, nada é perfeito. Todo benefício tem um efeito colateral, assim como todo malefício é dotado de alguma boa conseqüência. O que me preocupa é o modo como as pessoas lidam com tantas novidades. Impressiona a quantidade de conclusões precipitadas que surgem todos os dias. E a aparente cegueira dos gerentes dos meios de comunicação quando se trata de adaptar o velho ao novo. Adaptar. Não eliminar o velho, nem descartar o novo, que seriam meios muito mais fáceis. A simples preguiça de pensar e o comodismo podem prejudicar as possibilidades de milhões de pessoas.
Por isso admiro os que sugerem o novo. Chega de preguiça, de se levar pela corrente!
Escrito por Mau Svartman às 15h49
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Para quem?
Hoje vi um outdoor do Lipton Ice Tea. Dizia algo como "Que venham os antioxidantes. Fora com os radicais livres". Não era exatamente isso, mas algo do gênero. Eu me pergunto por que existem campanhas do gênero. Qual a vantagem para o consumidor de saber que o Yakult contém lactobacilos vivos? Ou que um xampu possui Aloe Vera?
Tenho duas teorias:
1) Os cientistas ficam tão deslumbrados com o fato de fazerem um produto com tamanhos benefícios que acham indispensável avisar o consumidor, ainda que este não tenha a menor idéia do significado desses.
2) As campanhas foram criadas por publicitários que também não têm idéia do significado dos componentes citados, mas acham que a menção destes pode impressionar o consumidor.
Aposto na segunda.
Escrito por Mau Svartman às 15h26
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Frase do dia (de ontem):
"Eu, que quando quero um bife mal passado no exterior peço 'one steak bad past', conheço muito bem esse problema."
José Roberto Torero, em sua coluna para a Folha de S.P.
Escrito por Mau Svartman às 15h13
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HP now!
Esse mês eu "descobri" Harry Potter, depois de muita e incessante insistência alheia. Não que houvesse preconceito da minha parte, é só que eu me recusava a ler a previsivelmente viciante série do bruxinho com tantos livros de maior "conteúdo" na frente. Exemplos: comecei a ler O Vermelho e o Negro umas três vezes, assim como Johnny vai à Guerra.
Abri afinal o primeiro HP. Como previsto, viciei. Tanto que estou no quarto volume, em três semanas. E só irei parar ao final do sexto. Me espere sentado, Stendhal. Me espere sentado, Trumbo! Quem mandou não incluírem vassouras voadoras!
Os méritos do HP de J. K. Rowling são:
- Ela realmente escreve muito bem, a leitura vai fácil;
- Há uma certa violência nas aventuras de Harry. Sangue, mortes. Isso torna a série atraente para o público mais velho;
- É sempre fascinante viver um mundo paralelo, fantasioso, mágico, onde pessoas fazem tudo aquilo que nós sempre fazemos nos nossos sonhos e nos decepcionamos ao acordarmos e perceber que acabou. Já havia funcionado com O Senhor dos Anéis. Nada boba essa Rowling...
- Harry Potter não é um super-herói. Ele erra, tem limitações, não é exatamente um gênio (sua amiga Hermione é o cérebro do grupo), é travesso (sempre faz exatamente as coisas que foi proibido de fazer. Mesmo que seja só para se divertir, não tenha nada a ver com solucionar crimes) e inseguro. Apesar de sempre se dar bem contra as "forças das trevas" (devido à proteção que lhe foi concedida pela mãe), morre de medo delas e invariavelmente acha que vai se dar mal.
Deve haver mais méritos aí, se eu me lembrar eu posto. Mas fica aí a recomendação... Leia, é extremamente divertido!
Escrito por Mau Svartman às 19h10
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Momento eu para eu mesmo
Pessoas inseguras são fogo. Recebem a primeira reclamação, um minuto depois de criarem o blog, e já reagem para mudar a situação. Me exigiram um post de verdade, então lá vai.
O ano
É estranho sentir que amadurecemos a cada dia. Sentir que a atitude tomada no dia anterior já não cabe mais. Porque já não reflete nosso modo de pensar. Eu amadureci em 2005 como não o fazia há alguns anos já. E isso não me felicita ou me deixa triste. Talvez um pouco angustiado, por saber que amanhã talvez eu ache minhas atitudes de hoje... imaturas.
Sou emocionalmente instável, intelectualmente evoluído, afetivamente dependente e extremamente inconformado com as coisas, sempre nadando contra a corrente.
Bom, prometo não fazer mais posts auto-reflexivos, chatíssimos de se ler. O Inconformado que dá nome ao blog se refere ao viés exageradamente crítico desse que vos fala. Por (muitas) vezes insistente, por (muito mais) vezes chato. Aliás, o título da página que descreve as pessoas que nascem em 8 de março (eu), no A Linguagem Secreta dos Aniversários, é O Inconformado.
C'est moi!
Escrito por Mau Svartman às 18h13
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